— Pai, tô com dodói.
Ela mostra a mão.
— Onde, filha?
— Aqui.
Aponta o indicador e o pai de todos.
— Pai, dá um beijinho pra melhorar.
— Claro, filha.
Na dúvida, ele beija os dois dedos.
Ela suspira, aliviada, certa de que está curada.
Ele também se convence:
era isso o que podia fazer.
Transmitir segurança.
Para Catarina.